************                Pense e viva isso!                 **************

A porta entre nós e DEUS só pode ser aberta, depois de abrirmos a que nos separa do próximo. Frente ao egoísmo não é possível viver o amor.






CUIDADO COM HERESIA

Kanneth Hagin, PAI DA CONFISSÃO POSITIVA





Kenneth Hagin Nasceu em 20 de agosto de 1917 e faleceu em 19 de setembro de 2003. Ele é considerado o pai do Movimento Palavra de Fé, e um dos primeiros a escrever sobre as filosofias que se tornaram o fundamento do movimento neopentecostal.
Hagin escreveu 52 livros cujo conteúdo é espúrio, herético e absolutamente antagônico aos ensinamentos das Sagradas Escrituras. Infelizmente as doutrinas deste falso profeta influenciaram um grande número de pregadores norte-americanos, a começar de Kenneth Copeland, Benny Hinn, Frederick Price, John Avanzini, Robert Tilton, Marilyn Hickey, Charles Capps, Hobart Freeman, Jerry Savelle além do sul coreano, Paul (David) Yonggi Cho. No Brasil alguns líderes evangélicos também abraçaram sua teologia como RR. Soares, Robson Rodovalho, Jorge Tadeu, das Igrejas Maná (Portugal); Cássio Colombo (“tio Cássio”), do Ministério Cristo Salva, em São Paulo; o “apóstolo” Miguel Ângelo, da Igreja Evangélica Cristo Vive, além obviamente da “apóstola” Valnice Milhomens, líder do Ministério Palavra da Fé, que conheceu os ensinos da confissão positiva na África do Sul.
Este falso profeta ensinou com base em Gl. 3.13,14, que todos os crentes foram libertos da maldição da lei, que se resume em: 1) Pobreza; 2) doença e 3) morte espiritual. Fundamentado nesta premissa, Hagin afirmava que o cristão tem direito a saúde e riqueza; diante disso, doença e pobreza são maldições que precisam ser sobrepujadas. Hagin também ensinava que “todo cristão deve esperar viver uma vida plena, isenta de doenças” e viver de 70 a 80 anos, sem dor ou sofrimento, e o que ficar doente é porque não reivindicou seus direitos ou não tem fé. suficiente para ser curado.
Além disso, este profeta da mentira ensinou que Is. 53.4,5 é de valor absoluto. Segundo o profeta da confissão positiva todos fomos sarados e não existe mais doença para o crente. Para piorar a situação os seguidores de Hagin enfatizam muito que o crente deve ter carro novo, casa nova própria, as melhores roupas, e uma vida de luxo.
Utilizando a Bíblia fora de contexto, ele costumava dizer que opecado de Adão fez com que o homem perdesse a produtividade. Para ele, José era um empresário madeireiro, Jesus se rodeou de amigos e damas ricas e que dispunha de tanto dinheiro que necessitou de um tesoureiro” daí a crença “rodovaliana” de que Jesus era rico.
Hagin também pregava, que “Deus é glorificado com cura e a libertação, e não com a doença e o sofrimento.” “Não é a vontade de Deus que pessoa alguma fique doente.” ” As doenças e as enfermidades procedem de Satanás, afirmava ele. É sempre da vontade de Deus que cada crente seja curado fisicamente de qualquer doença ou enfermidade.” “Uma pessoa que busque cura deveria olhar para a Palavra de Deus e não para seus sintomas. Em outras palavras isto significa que mesmo diante do câncer, o crente deve declarar e determinar que está curado.
Caro leitor, Hagin, através de seus ensinos trouxe prejuizos substanciais a fé cristã. Sem sombra de dúvidas afirmo que seus ensinamentos são espúrios e que suas doutrinas afrontam a Palavra de Deus e que mais do que nunca devemos combater suas doutrinas, pensamentos e filosofias que de forma sorrateira tem levado milhares de pessoas ao engano e apostasia.
Pense nisso!


INSÔNIA ESPIRITUAL
 
A insônia é uma patologia urbana, caracterizada pela dificuldade em ceder ao descanso, e que atinge 20% dos brasileiros. Quem sofre de insônia costuma demorar para pegar no sono, permanecendo semanas inteiras, geralmente mais de três semanas, sem conseguir dormir ininterruptamente por um mínimo de 6 horas.
Comecei a ver paralelos entre a espiritualidade e a questão do sono, e resolvi apontá-los nesse texto. A insônia gera improdutividade, e há muitos cristãos assim, cujo cérebro é ativo mas cujo currículo é inerte. Pessoas me param nas conferências onde tenho pregado para dizer que Deus lhes deu uma visão, mas que não conseguem cumpri-la. Insônia!
A insônia gera mal humor, e definitivamente nossa vida espiritual pode ser assim, sem graça e sem gosto. Ainda, o sono costuma reger as outras dimensões de nossa vida, como o trabalho, a vida familiar, a sexualidade, as decisões. Definitivamente, a vida espiritual possui essa propriedade, e pode comprometer as demais áreas quando sofremos de insônia na alma.
Meu desejo é que essas palavras ajudem você a caminhar melhor com Deus. No mínimo, espero que o texto lhe ajude a descansar melhor. A pergunta a ser respondida aqui, tanto no âmbito científico da insônia patológica, como em termos da insônia espiritual é, simplesmente: o que posso fazer para vencê-la?
Em primeiro lugar, para vencer a insônia devo tomar cuidado com a aquisição de estímulos. A cafeína seria o caso mais inconteste aqui. Quem tem dificuldades para dormir não deve beber café ou energéticos à noite; na verdade, deve evitá-los ao máximo. Estímulos luminosos, como o computador, também devem ser evitados à noite pelos que sofrem de insônia.
Há muitos cristãos que são improdutivos e errantes porque vivem em busca de estímulos. Estão atrás do culto perfeito, do milagre perfeito, do pregador perfeito, e se esquecem de simplesmente descansar nos braços de Cristo. Querem altas emoções, querem os grandes eventos, percorrem igrejas em torno da melhor onda, mas são incapazes de sentar com Jesus por alguns minutos do dia. Nessa hiperatividade insensata, perdem a oportunidade de descansar em Deus.
Segundo, os especialistas afirmam que a terapia pode ser útil em alguns casos. É muito comum que questões familiares, traumas e frustrações sejam os vilões do sono. É também comum que a insônia esteja relacionada com depressão e decepção amorosa ou profissional. Estatisticamente, mulheres de meia idade são as que mais sofrem de insônia no caso do Brasil.
Na vida espiritual também precisamos de ajuda. Aqui, a mentoria, o discipulado e o pastoreio têm o seu lugar. Alguém que sofra de insônia crônica dificilmente vencerá o problema sem o auxílio de outros. Definitivamente, funciona assim na caminhada com Deus. Andar com gente santa e idônea faz-nos mais produtivos e vivos na jornada.
Por último, o verdadeiro segredo do sono está na disciplina. É preciso controlar o que se ingere, ter vida regrada, separar bem as atividades e os pensamentos do dia. Pessoas que conseguem agir assim, em geral, conseguem também dormir.
A prática das disciplinas espirituais também outorga a garantia do equilíbrio na vida cristã. Oração, leitura bíblica, jejum, meditação, adoração, comunhão, desapego – a combinação dessas coisas faz com que descansemos. NEle, o nosso refúgio e descanso. A Ele, toda a glória.

 

 

Entre avivamentos e figueiras secas...





Acreditamos na contemporaneidade dos dons espirituais, e penso que os dons são extremamente importantes para a edificação do corpo de Cristo. Contudo, a comunidade de Jesus, precisa desesperadamente ser conhecida pelos frutos e não pelos dons. O que pode ser mais claro que a indicação de Jesus “E sereis conhecidos pelos frutos“? De nada vale falarmos as línguas dos homens e dos anjos, tivermos todo o conhecimento e a fé, entregarmos tudo aos pobres, se não amarmos uns aos outros (I Co 13.1-3)?.
Na atual situação teológica da igreja brasileira (seria um caos?) os dons são tão mal compreendidos, e os frutos tão timidamente incentivados, que muitos reconhecem e caracterizam o servo de Deus, tão somente, como aquele que flui nos dons espirituais. Tem consideração entre nós aquele que cura em nome de Jesus, faz milagres, ora em línguas estranhas, profetiza e assim por diante. Mas Jesus nos alertou em Mateus 7.22-23 para que não sejamos tão inocentes:
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
A igreja brasileira é constituída majoritariamente por membros de denominações carismáticas, e isso indica que estamos adornados pelos dons, exatamente como aquela figueira cheia de folhas em Betânia que chamou a atenção de Jesus quando ele teve fome. Mas para infelicidade da nação, estamos sem frutos, e nós sabemos o que Jesus fez com a figueira sem frutos. Somos como a igreja de Corinto, sem dúvida era a igreja que mais fluía nos dons espirituais, e também a mais problemática e escandalosa das igrejas neotestamentárias.
Muitos são taxativos em dizer que estamos passando por um período de avivamento sem precedentes na história do país. Geralmente justificam esta afirmação baseando-se nos aspectos quantitativos. De fato, estamos crescendo quantitativamente, nossos templos estão cada vez maiores, as igrejas cada vez mais ricas, mas e a qualidade? Não podemos esquecer que o islã também não para de crescer no mundo inteiro (isto é sinal de avivamento islâmico?). Deveríamos ficar maravilhados não com o tamanho da igreja, que alimenta nosso orgulho ferido evangélico, mas com vidas e sociedades verdadeiramente transformadas.
A igreja via de regra tem crescido para os lados, mas não para cima nem em profundidade. Ela tem sido muitas vezes superficial, rasa, imatura e mundana. Tem extensão, mas não profundidade. Tem números, mas não vida. É grande, mas não causa impacto. Ela cres­ce, mas não amadurece. Tem quantidade, mas não qualidade. É como a igreja de Sardes: tem nome de que vive, mas está morta (Ap 3.1). Há um vácuo, um hiato, um abismo entre o que os crentes professam e o que vivem, entre o que falam e o que fazem. A integridade e a santidade não têm sido mais o apanágio da vida de muitos crentes. Eles estão caindo nos mesmos pecados vis que condenam nos ímpios.
Não raro, a igreja é mais comentada hoje por seus escândalos do que pelo impacto de seu inconformismo com o mundo. A maioria dos cristãos adota um cristianismo desfigurado, no qual a verdade é ultrajada, a Palavra é relativizada e os valores absolutos de Deus são pisoteados. O Evangelho que muitos pregam hoje é um sincretismo semi-pagão. Estamos assistindo à comercialização indiscriminada e descarada do sagrado. Muitos pregadores abraçaram um semi-Evangelho, um Evangelho sem cruz, sem verdade, sem absolutos. Esses pregoeiros não se importam com a verdade, estão mais interessados no lucro. Não buscam o que é certo, mas o que dá certo. Não buscam o que é ético, mas o que funciona. Essa atitude inconseqüente de pregar um evangelho misturado com heresias, para satisfazer a ga­nância insaciável do lucro fácil, tem gerado crentes fracos, doentes e superficiais, e causado mais escândalo que impacto positivo na soci­edade.
Definitivamente não sou contra os dons, mas acredito que deveríamos incentivar com mais veemência os frutos. Desejo o avivamento, uma revolução de santidade em nossa nação, mas rejeito este pseudo-avivamento. O avivamento que desejo é semelhante ao Grande Reavivamento (XVIII) ocorrido na Inglaterra, através da figura de John Wesley e seus pregadores. Ali havia dons, mas principalmente frutos. E os frutos eram tão abundantes, que uma sociedade corrompida como aquela, desde a alta aristocracia até os “bárbaros” mineiradores, foi completamente impactada.

 

A verdadeira história de Gezuz

 

 

Nasceu no Palácio de Herodes em Jerusalém, centro do poder judaico. Veio para o que era seu, e os seus o receberam, e com muitas pompas!
Aos doze anos já discutia novas rotas comerciais e estratégias de conquista com os conselheiros reais.
Seu primeiro milagre aconteceu num pomposo casamento na realeza. Transformou a água em suco de caju, não por haver faltado bebida na festa, mas apenas para dar uma gorjeta do seu poder. Poderia tê-la transformada em vinho, vodka, ou até whisky, se quisesse. Mas preferiu não escandalizar a ala mais conservadora e fundamentalista dos religiosos.
Aos 30 anos, foi batizado na piscina da cobertura do palácio, por um dos profetas badalados da época. Enquanto descia às águas, viu-se uma águia, símbolo de conquista, sobrevoar sua cabeça, e uma voz que bradou de algum lugar: Este é o cara! Vai e arrasa!
Saiu dali e foi para uma região praiana, tirar quarenta dias de férias antecipadas. Não precisou ser tentado em nada, pois nunca se negou bem algum. Transformou pedras em pizza, só pra se divertir. E ainda fez malabarismo no pináculo do templo, pra tirar uma onda com os sacerdotes. No final das férias, subiu um monte bem alto, avistou os reinos deste mundo e disse pra si mesmo: Tudo isso me darei!
Quando aproximado por algum gentio, do tipo daquele centurião que tinha um servo enfermo, dizia-lhe: Dá um tempo! Não vim pra vocês, seus impuros, idólatras e ignorantes. E mais: Nunca vi tanta petulância! Onde já se viu? Pedir por um serviçal! Além de gentio, é burro!
Ao deparar-se com um cobrador de impostos desonesto, que subira numa árvore só pra lhe ver, Gezuis lhe disse: Como é que é, meu irmão! Vamos ou não vamos dividir esta grana? Desce logo, que tô com pressa! Hoje me convém me hospedar no melhor hotel da região.
Ao ser tocado por uma mulher hemorrágica, esbravejou: Tira essa louca daqui! Não sabe que a Lei proíbe qualquer aproximação de uma pessoa em seu estado? Imunda!
Por onde passava, seus discípulos estendiam um cordão de isolamento, para que leprosos, morféticos, cegos, endemoninhados, e todo tipo de gente asquerosa não ousassem se aproximar do Rei da cocada preta.
Diferente era o trato que dispensava aos fariseus e religiosos da época.
Venham a mim, todos os que querem alguma vantagem da religião. Vocês serão cabeça e não cauda. Comerão o melhor da terra! Unam-se a mim, e eu lhes farei milionários. Aprendam comigo, que sou malandro e esperto de coração. Espertos são os que riem da desgraça alheia. Espertos são os que gostam de ver o circo pegar fogo. Espertos são os que têm fome e sede de sucesso. Eu saciarei seu ego!
Quando procurado por um jovem rico, disse-lhe, sem o menor pudor: Quer sociedade? Vamos rachar esta grana? Vai ter um lugar especial no meu reino, garoto…
E quando entrou em Jerusalém montado naquele exuberante corcel branco 0 km? Foi tremendo! Não tinha pra ninguém!
Cruz? Que cruz? Tá doido? Cruz é pra gente como Jesus, aquele nazareno nascido numa manjedoura. Eu vim pra ter vida, e vida com abundância. Quem quiser vir após mim, passa tudo o que tem pra minha conta, e me siga. Ou tudo ou nada! Ou dá ou desce!
Revolucionário? Que nada! Graças a um conchavo político feito às escuras com o Império Romano, Gezuis garantiu para si a sucessão de Herodes, e viveu muitos e muitos anos.
Ao morrer, farto de dias, Gezuis confiou seu legado a um grupo de discípulos seletos, que juraram que sua mensagem jamais seria esquecida, e que ao longo dos séculos, sempre haveria quem a promovesse em sua própria geração. Partiu ordenando que cada um dos seus discípulos lhe beijasse os pés, em sinal de submissão. E que aprendessem a se servir uns dos outros, e ainda se servir dos poderes constituídos, sem jamais criticá-los ou censurá-los.
Promessa feita, promessa cumprida.
Basta ligar a TV, o rádio, ou mesmo acessar a internet, para se dar conta de quantos discípulos de Gezuis ainda dão eco à sua voz.

Mover do Espírito Santo